Quando a mulher se torna o eixo emocional da família.
Um espaço terapêutico online para mães que são diferentes entre si, mas vivem desafios semelhantes. Para mulheres que sustentam, em silêncio, a vida emocional da família e que desejam se reconectar consigo mesmas e com quem amam.
"Eu sinto que vivo em uma casa cheia, mas carrego tudo sozinha."
Conduzido por Roberta Ursaia Xavier
· Psicóloga PUC-SP
· +20 anos de clínica
Mães que vivem desafios semelhantes, cada uma a seu modo.
Para mães em diferentes fases e contextos de vida
Que estão precisando de suporte para compartilhar seus desafios nas relações familiares e na relação consigo mesmas.
Proposta voltada para mães de filhos com desenvolvimento atípico
Que vivem uma realidade muitas vezes de solidão e cansaço por precisarem constantemente proteger, gerir, adaptar e elaborar os desafios no desenvolvimento de seu filho.
O Grupo EIXO é uma roda de conexão terapêutica para mães.
Uma proposta terapêutica em grupo para mulheres mães, online que busca ampliar a rede de apoio da mãe, gerando mais conexão e pertencimento. Compromisso em oferecer um espaço relacional seguro onde é possível identificar e compartilhar vulnerabilidades.
No Eixo, trabalhamos a solidão funcional da mulher-mãe dentro da família.
Escuta sem julgamento
Cada história é acolhida em sua particularidade, com respeito ao ritmo de cada participante.
Troca entre mães
Encontros com mulheres diferentes entre si e que vivem desafios semelhantes, o senso de pertencimento contribui para diluir a culpa e o isolamento.
Olhar sistêmico
A família como sistema vivo. Quando a mãe encontra seu lugar com clareza, o sistema se reorganiza.
Sabedoria coletiva
Perspectivas diferentes sobre uma mesma situação podem gerar sentidos novos e mais leves.
ou "Rodas de Conexão"
Uma estrutura cuidadosa, com começo, meio e fim.
Facilitado por uma psicóloga com mais de 20 anos de atuação clínica, o grupo funciona de forma horizontal e colaborativa. Em cada encontro, uma história é acolhida com profundidade, num movimento de reflexão e troca de experiências. Possibilitando novas perspectivas sobre os desafios vividos.
Os encontros reúnem um número reduzido de participantes, ao longo de um período previamente estabelecido. A condução segue uma estrutura que se repete, preparada com cuidado para assegurar respeito, reconhecimento, confiança e reciprocidade entre todas as pessoas do grupo. Proposta de grupo interracial.
Perspectivas diferentes sobre a mesma situação podem gerar novos sentidos, úteis e mais leves.
Esse grupo é para você se…
Em muitas famílias, é a mãe quem percebe as tensões emocionais antes de todos, tenta organizar os conflitos e sustentar as dinâmicas nas relações. Com o tempo, essa posição pode se tornar solitária e exaustiva.
- Sente a solidão silenciosa do cuidado emocional invisível .
- Percebe que o acúmulo de funções deixa pouco espaço para você existir além do cuidado (principalmente nos casos de mães atípicas).
- Não se sente vista e escutada pelas pessoas que ama.
- Vive a dor da contradição de amar imensamente e se perceber exausta e solitária.
- Sente culpa e não sabe bem como agir.
- Vive um luto não nomeado, por uma vida que você imaginou e que tomou outro caminho.
- Sente dificuldades em se comunicar e expressar suas necessidades.
Ao longo do processo
- Sair da sensação de carregar tudo sozinha.
- Reconhecer padrões que atravessam as relações familiares.
- Recuperar diálogo com filhos adolescentes, no tempo possível.
- Diminuir o sentimento de culpa e a sensação de invisibilidade.
- Ampliar repertório emocional e clareza para agir.
- Sentir-se vista, validada e parte de uma rede real de apoio.
Roberta Ursaia Xavier
Psicoterapeuta · PUC-SP · +20 anos de clínica
- Formação PUC-SP
- Gestalt-terapia
- Teoria do Apego
- Arteterapia
- Doula de Adoção
- Terapia Sistêmica Familiar (em formação)
Foi na clínica que percebi um padrão: quem chega primeiro é, na maior parte das vezes, a mãe. A mulher que sustenta a vida emocional da casa, tenta mediar conflitos, carrega culpa, sente que perdeu a própria voz, e teme ver o filho adolescente se afastar, se fechar ou se perder.
Acompanho adolescentes, adultos, casais e famílias há mais de duas décadas, com uma compreensão essencialmente relacional da experiência humana. No projeto Reúne, conduzo rodas de conexão, experiências terapêuticas em grupo pensadas como convite ao encontro, à escuta e à reconexão.
A marca que procuro deixar:
menos solidão, mais pertencimento; menos peso, mais clareza.
Cuidado também acontece nos encontros.
A Reúne nasce da crença de que, em uma cultura hiperconectada e individualista, ter um espaço de troca real entre pessoas que atravessam desafios parecidos é, em si, terapêutico. Não é só um grupo de fala, é uma experiência cuidadosamente estruturada para favorecer escuta, vínculo, pertencimento e elaboração relacional.
Saúde relacional como prática
Compreendemos saúde emocional como algo que se nutre no encontro: na escuta sensível, no vínculo, na construção de comunidade.
Condução horizontal
A facilitadora não ocupa o lugar de quem "sabe mais", mas de quem sustenta o campo, incentivando os recursos terapêuticos do próprio grupo.
Sem culpabilizar
Abordagem sistêmica: olhamos o campo e os lugares que cada um ocupa, não buscamos culpados.
Sem fórmulas
Respeitamos ritmos, nuances e a complexidade de cada história, sem performance, sem scripts de comportamento.
Informações práticas da próxima turma
- Formato
- Online · Zoom · 1h30 por encontro
- Periodicidade
- Semanal
- Ciclo
- Até 3 meses · ~12 encontros
- Vagas
- Até 8 mulheres por roda
- Horários
- duas opções a confirmar
- Início
- Novas turmas a partir de Agosto
- Investimento
- R$ 440 mensais · Pix ou forma de pagamento a confirmar
- Inscrição
- Formulário online + envio do comprovante para robertauxavier@gmail.com
Acordos de convivência da roda
Combinados simples que tornam o grupo um lugar seguro para falar, escutar e respirar. Eles aparecem no primeiro encontro e ficam vivos ao longo de todo o ciclo.
- Falar na primeira pessoaCada história é única; partilhamos a partir do "eu".
- Respeitar o sigiloO que é dito aqui, permanece aqui.
- Escutar sem interromperA escuta é tão valiosa quanto a fala. O silêncio também comunica.
- Evitar conselhos e julgamentosEm vez de dizer o que o outro deve fazer, contamos o que funcionou (ou não) para nós.
- Compartilhar o tempoCuidamos do tempo para que todas possam falar.
- Participar com liberdadeQuem quiser pode falar, mas ninguém é obrigado. O silêncio é acolhido.
- Acolher sem resgatarNão precisamos consertar a dor da outra. O acolhimento já é cuidado.
- Presença plenaCelulares no silencioso. Estar presente é parte da experiência.
Perguntas que costumam aparecer antes de entrar
Este grupo é só para mães de adolescentes?
Preciso compartilhar minha história já no primeiro encontro?
O grupo substitui terapia individual?
Tenho receio de me expor em grupo. Posso participar?
Como funciona o sigilo?
Se eu perder um encontro, como funciona?
Você não precisa atravessar isso sozinha.
Existem outras mães vivendo desafios parecidos e um espaço onde isso pode ser compartilhado com cuidado e respeito. Se sente que este pode ser um tempo importante de elaboração e reconexão, o Grupo EIXO pode ser um primeiro passo.
Vagas limitadas